Emblema: pena sobre livro aberto dentro de uma lâmpada

Prof. DSc. Nikiforos Philyppis

Assessoria Acadêmica

Transforme seu conhecimento em pesquisa.

Entrar no mestrado ou no doutorado é um processo, não uma loteria.

Da escolha do programa ao envio da inscrição: orientação individual para você chegar ao edital com tema definido, pré-projeto aderente à linha de pesquisa e documentação impecável.

5 perguntas · resposta em até 2 dias úteis · sem compromisso

Experiência profissional Seleção Projeto Pesquisa Defesa
130

orientações concluídas — a maioria monografias de especialização, além de TCCs de graduação e co-orientação de mestrados internacionais.

Fonte: Currículo Lattes

284

participações em bancas examinadoras, a maioria de MBAs/especialização e concursos de professores, além de graduação.

Fonte: Currículo Lattes

3

aprovações em processos seletivos de doutorado em instituições públicas — do lado de quem se candidata.

+ 2 aprovações em concurso público de universidades federais, ambas em 1º lugar. Lotado atualmente na UFRJ.

Onde a candidatura costuma quebrar

Quase ninguém é reprovado por não saber o suficiente.

Na maioria dos programas, a eliminação acontece antes da prova — no pré-projeto e na documentação. São três os pontos de ruptura que se repetem em toda banca.

Programa escolhido pelo nome

O candidato mira a instituição de prestígio e ignora a linha de pesquisa. Se não há docente disponível trabalhando com o seu objeto, o projeto é reprovado por falta de aderência — por melhor que seja.

Tema grande demais

Um recorte que renderia dez teses sinaliza à banca que o candidato ainda não sabe delimitar um problema. Viabilidade em 24 ou 48 meses é critério de avaliação, não detalhe.

Documentação de última hora

Lattes desatualizado, memorial genérico, comprovante fora do formato do edital. Exigências formais eliminam candidatos na conferência, antes de qualquer leitura de mérito.

Serviços

Cinco frentes de trabalho, contratadas juntas ou em separado.

O ponto de partida depende de onde você está hoje. Quem chega com o tema pronto começa no pré-projeto; quem chega com uma vontade começa no mapeamento.

Frente 01

Escolha de programa e orientador

Mapeamento dos programas compatíveis com o seu objeto, dentro da sua realidade de deslocamento, custo e prazo.

  • Levantamento de PPGs por área, conceito CAPES e modalidade (acadêmico ou profissional)
  • Leitura das linhas e projetos de pesquisa em vigor, não apenas do site institucional
  • Identificação de docentes com vaga e produção recente aderente ao seu tema
  • Calendário comparado dos editais e das exigências de cada um

Você termina com: uma lista curta e justificada de 3 a 5 programas-alvo, com orientadores possíveis e datas.

Frente 02

Definição e recorte do tema

Transformar um interesse amplo em um problema de pesquisa delimitado, viável e defensável diante de uma banca.

  • Da pergunta ampla ao problema: objeto, recorte temporal, recorte empírico
  • Teste de viabilidade — acesso a dados, campo, fontes e tempo disponível
  • Verificação de aderência à linha de pesquisa e ao grupo do orientador pretendido
  • Levantamento preliminar do estado da arte para sustentar a originalidade

Você termina com: pergunta de pesquisa, objetivos geral e específicos e justificativa por escrito.

Frente 03

Pré-projeto e documentação

A redação do pré-projeto e a montagem do dossiê de inscrição, conferidos item a item contra o texto do edital.

  • Redação e revisão do pré-projeto na estrutura exigida pelo programa
  • Método coerente com o problema — e descrito em nível de detalhe que a banca aceita
  • Currículo Lattes revisado e pontuado conforme o barema do edital
  • Memorial, carta de intenção, comprovações e checklist final de submissão

Você termina com: pré-projeto pronto para envio e dossiê conferido contra o edital, item por item.

Frente 04

Preparação para prova e entrevista

A etapa em que a maioria improvisa. Aqui ela é ensaiada com quem já sentou dos dois lados da mesa.

  • Estudo dirigido a partir da bibliografia indicada no edital
  • Preparação para a prova de proficiência em língua estrangeira
  • Simulação de arguição, com as perguntas que a banca de fato costuma fazer
  • Defesa oral do projeto: o que sustentar, o que ceder, o que nunca improvisar

Você termina com: duas simulações gravadas e comentadas, e um plano de estudo até a data da prova.

Frente 05

Acompanhamento durante o mestrado e o doutorado

Para quem já foi aprovado e está dentro do programa: suporte ao projeto de dissertação ou de tese, à pesquisa e à organização do material.

  • Estruturação e revisão do projeto de dissertação ou de tese em andamento
  • Suporte à pesquisa: recorte, método, revisão de literatura e cronograma
  • Organização do conhecimento: fichamentos, gestão de referências e base de leitura
  • Ferramentas de análise: escolha do método, softwares e tratamento de dados
  • Preparação para a qualificação e para a defesa

Você termina com: versões revisadas do texto, cronograma realista até o depósito e as ferramentas de análise dominadas.

Importante: este acompanhamento não substitui o seu orientador. O trabalho é complementar, sempre alinhado às orientações dele e ao regimento do programa — quem conduz e aprova a pesquisa é o orientador.

Método

Cinco etapas, ancoradas no calendário do edital.

A ordem aqui não é estilística: cada etapa depende da anterior e tem uma janela de tempo antes do encerramento das inscrições. Trabalhar fora dessa sequência é o que produz pré-projetos apressados.

Etapa 01

Diagnóstico

Uma conversa de uma hora para situar formação, experiência, disponibilidade real de tempo e motivação. Sai daqui a decisão entre mestrado e doutorado, acadêmico ou profissional — e, em alguns casos, a decisão de esperar um ciclo.

≥ 6 meses antes do edital
Etapa 02

Mapeamento de programas

Levantamento dos PPGs viáveis e leitura das linhas de pesquisa, dos grupos e da produção recente dos docentes. Fecha com a lista curta de programas-alvo e os respectivos calendários.

5 a 4 meses antes
Etapa 03

Recorte do tema

O trabalho mais difícil e o que mais rende: reduzir o interesse a um problema de pesquisa que caiba no prazo do curso e converse com a linha escolhida. Encontros semanais até o problema se sustentar sozinho.

4 a 3 meses antes
Etapa 04

Redação e dossiê

Escrita do pré-projeto em ciclos de versão e comentário, Lattes revisado conforme o barema e montagem da documentação. A última semana é reservada só para conferência — nunca para escrever.

3 a 1 mês antes
Etapa 05

Prova e arguição

Estudo dirigido pela bibliografia do edital, proficiência em língua estrangeira e simulação de banca. Terminada a seleção, fazemos a leitura do resultado — inclusive quando ele é negativo, para o ciclo seguinte.

após a homologação
Retrato do Prof. Dr. Nikiforos Joannis Philyppis Jr.
Prof. Dr. Nikiforos Joannis Philyppis Jr.
Professor Adjunto · FACC/UFRJ
Doutor
Estudos Marítimos — Escola de Guerra Naval (2025)
Mestre
Economia Empresarial — UCAM (2008)
MBA
Marketing — FGV (2002)
Graduação
Administração — UFRJ (1997)
Docência
Biblioteconomia e Gestão de Unidades de Informação (CBG/FACC-UFRJ) e PPGOCTS — Mestrado Profissional em Organização do Conhecimento, Tecnologia e Sociedade
Exterior
Executive DBA, IAE Bordeaux — módulo de gestão intercultural de projetos
Parecerista
Revista da Escola de Guerra Naval · Boletim do Gerenciamento · Independent Journal of Management & Production

Quem orienta

Professor de programa de pós-graduação, parecerista e — três vezes — candidato aprovado.

Sou professor efetivo da UFRJ desde 2011, com dedicação exclusiva, e atuo no corpo permanente de um mestrado profissional. Antes disso, dei aula em programas de pós-graduação lato sensu da FGV, da UCAM, da Escola Politécnica da UFRJ e da Escola de Guerra Naval, em turmas formadas por profissionais da Petrobras, do Banco do Brasil e da Marinha.

Esse percurso deu duas coisas que se combinam mal em uma pessoa só e são exatamente o que um candidato precisa: a leitura de quem avalia projetos em banca há mais de vinte anos, e a memória recente de quem se submeteu a processos seletivos de doutorado em instituição pública — e concluiu o seu em 2025.

Como parecerista de periódicos e como orientador, o trabalho é sempre o mesmo: descobrir o que o texto está tentando dizer e ajudá-lo a dizer isso de forma que resista à leitura crítica. É esse trabalho que ofereço aqui, aplicado ao seu pré-projeto.

A banca não procura o candidato mais inteligente da sala. Procura o projeto que ela consegue defender diante do colegiado.

Dúvidas frequentes

O que costuma ser perguntado antes de começar.

Você escreve o meu pré-projeto?
Não. O texto é seu, e precisa ser — a banca vai arguir você sobre ele, e a incoerência entre um projeto sofisticado e um candidato que não o domina é percebida em minutos. O que faço é o trabalho de orientação: estrutura, recorte, método, revisão crítica de cada versão e a leitura que um avaliador faria.
O acompanhamento durante o curso substitui o meu orientador?
Não, em hipótese alguma. O orientador é quem conduz, aprova e responde academicamente pela pesquisa, e nenhum trabalho externo pode ocupar esse lugar. O acompanhamento é complementar: ajuda a organizar o material, a cumprir prazos, a dominar as ferramentas de análise e a chegar às reuniões de orientação com o texto pronto para ser discutido — sempre dentro do que o orientador e o regimento do programa determinam.
Você garante a aprovação?
Nenhum orientador honesto garante. O que é possível garantir é que você chegue ao edital com um projeto delimitado, aderente à linha de pesquisa, com método coerente e documentação conforme — ou seja, sem ser eliminado pelos motivos que eliminam a maioria. A decisão final é sempre da banca do programa.
Atende quais áreas do conhecimento?
A orientação metodológica e de processo seletivo funciona em qualquer área. A orientação de conteúdo é mais forte em Administração, Gestão de Projetos, Gestão do Conhecimento, Ciência da Informação, Biblioteconomia e temas organizacionais. Se o seu objeto estiver muito distante disso, digo no diagnóstico — e, quando faz sentido, indico alguém.
Já fui reprovado uma vez. Vale a pena tentar de novo?
Frequentemente sim, e o segundo ciclo costuma ser mais forte que o primeiro — desde que a reprovação seja lida. A primeira coisa que fazemos é reconstruir o que houve: nota por etapa, parecer da banca quando disponível, aderência do projeto à linha. Reapresentar o mesmo projeto ao mesmo programa sem esse diagnóstico é o erro mais comum.
Como funcionam os encontros?
Online, agendados conforme a etapa — quinzenais nas fases de mapeamento e semanais na redação — com devolutiva escrita sobre cada versão do texto entre um encontro e outro. Atendimento presencial é possível no Rio de Janeiro e em Petrópolis.
Quanto custa?
Depende da frente contratada e do tempo até o edital — um acompanhamento de seis meses nas quatro frentes é diferente de uma revisão de pré-projeto em três semanas. O diagnóstico é gratuito e é nele que sai a proposta com escopo e valor fechados, sem cobrança por hora.

Diagnóstico gratuito

Cinco perguntas. Depois conversamos.

Responda ao formulário ao lado e ele monta um resumo do seu caso para envio por e-mail. Não é um cadastro: é a informação mínima para eu saber se consigo ajudar e por onde começar.

  • Retorno em até 2 dias úteis, com uma leitura inicial do seu caso.
  • Se o seu objeto não for da minha área, eu digo — e indico caminhos.
  • A conversa de diagnóstico é gratuita e não gera compromisso.
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